Imagino que já deixei claro como me sinto em relação ao egoísmo e a vaidade humana. Dois sentimentos que nos fazem regredir na evolução mental, a tal evolução que nos fazem estar no cume dos seres viventes da Terra.
Como já disseram aqui, tudo isso é relativo, pois o egoísmo é peculiar do ser humano. Ou seja, é mais um daqueles sentimentos que nos TORNAM humanos. Mas neste caso, o que importa não é o sentimento em si, e sim como ele se manifesta em determinadas situações.
A diferença está no QUERER TER. Desejar TER algo é diferente de querer TER só pra mim. Não posso ser ingênuo a ponto de achar que sou exclusivo de qualquer coisa. Infelizmente, esse é o princípio que rege todo mal que combatemos no mundo atual.
A concentração de riquezas.
O desmatamento da natureza.
A falta de oportunidade.
Desde que nascemos são impostos a nós atitudes de lideres, criam na gente essa vontade de se sobressair sobre tudo, nos colegas de classe (a peleja do mercado de trabalho), na família (a convicção de ser bem sucedido), no amor (a necessidade de autoafirmação).
Ser sentimental pode ser poético, mas na verdade é trágico!
“Nós somos criaturas de tal modo volúveis que até acabamos por sentir os sentimentos que fingimos”
Com poucas palavras já deixo a pergunta da semana: O que convém pra sermos mais humanos, o sentimento aflorado ou a razão?
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
“Senhorita Justiça”
Deixo este MONÓLOGO de V, onde ele simula um diálogo com a Justiça:
“Olá, formosa dama. Linda noite não? Perdoe-me a interrupção talvez a senhorita pretendesse passear... apenas desfrutar a paisagem. Não importa, creio que é chegado o momento de uma breve conversa. Ah, eu me esqueci de que não fomos apresentados. Eu não tenho um nome, mas pode me chamar de V. Madame justiça... Este é V. V... esta é madame justiça... Olá madame justiça. "Boa noite, V." Pronto, agora já nos conhecemos, para ser sincero, outrora fui um admirador seu. Até imagino o que está pensando "Ó pobre rapaz, tem uma queda por mim, uma paixão juvenil." Perdoe-me mas não é este o caso. Eu dizia a meu pai. “Quem é aquela moça?” E ele respondia. “É a madame justiça.”
Ao que eu replicava "como é bela."Eu a admirava, apesar da distância. Ainda criança, ao passar na rua admirava sua beleza. Por favor não pense se tratar apenas de atração física, eu a amava como pessoa, como ideal. Isso foi há muito tempo, agora confesso que há outra..."O que, que vergonha V, traindo-me com uma meretriz de lábios pintados e sorriso vulgar!" Eu madame? Permita-me uma correção. Foi sua INFIDELIDADE que me arremessou aos braços dela!Ahá, ficou surpresa, não, pensou que eu não sabia de suas escapadelas? Enganou-se, eu SEI de tudo. Na verdade, não me surpreendi quando soube que você FLERTAVA com homens de uniforme. "UNIFORME? E-eu, não sei do que está falando, sempre foi você, V o único em minha vi..."MENTIROSA! MERETRIZ! Ousa negar que se deixou envolver por ele, com suas braçadeiras e botas?...Ah! O gato comeu sua língua? Foi o que pensei. Muito bem, a verdade foi revelada, você não é mais MINHA justiça. É a dele. Recebeu outro em sua cama. Faça bom proveito de seu novo amante. "Snif! Snif! Q-quem é ela? Como se chama".Seu nome é ANARQUIA e ela me ensinou mais como amante do que você supõe. Com ela aprendi que não há sentido na justiça sem LIBERDADE. É honesta, não faz promessa e nem deixa de cumpri-las como você. Eu costumava me indagar porque você nunca me olhou nos olhos.
AGORA eu sei.Por isso adeus cara dama...Nossa separação não me entristece uma vez que não é mais a mulher que amei outrora. Eis um ultimo presente que deixo a teus pés....As chamas da liberdade que adorável. Quanta justeza minha preciosa anarquia... Ó beldade, até hoje te desconhecia.”
A pergunta de hoje é: A justiça é mesmo uma MERETRIZ que se vende a quem pode mais? Dá para acreditar ainda na justiça, mesmo depois de várias demonstrações de sua fragilidade e sua fácil manipulação dos próprios legisladores?
“Olá, formosa dama. Linda noite não? Perdoe-me a interrupção talvez a senhorita pretendesse passear... apenas desfrutar a paisagem. Não importa, creio que é chegado o momento de uma breve conversa. Ah, eu me esqueci de que não fomos apresentados. Eu não tenho um nome, mas pode me chamar de V. Madame justiça... Este é V. V... esta é madame justiça... Olá madame justiça. "Boa noite, V." Pronto, agora já nos conhecemos, para ser sincero, outrora fui um admirador seu. Até imagino o que está pensando "Ó pobre rapaz, tem uma queda por mim, uma paixão juvenil." Perdoe-me mas não é este o caso. Eu dizia a meu pai. “Quem é aquela moça?” E ele respondia. “É a madame justiça.”
Ao que eu replicava "como é bela."Eu a admirava, apesar da distância. Ainda criança, ao passar na rua admirava sua beleza. Por favor não pense se tratar apenas de atração física, eu a amava como pessoa, como ideal. Isso foi há muito tempo, agora confesso que há outra..."O que, que vergonha V, traindo-me com uma meretriz de lábios pintados e sorriso vulgar!" Eu madame? Permita-me uma correção. Foi sua INFIDELIDADE que me arremessou aos braços dela!Ahá, ficou surpresa, não, pensou que eu não sabia de suas escapadelas? Enganou-se, eu SEI de tudo. Na verdade, não me surpreendi quando soube que você FLERTAVA com homens de uniforme. "UNIFORME? E-eu, não sei do que está falando, sempre foi você, V o único em minha vi..."MENTIROSA! MERETRIZ! Ousa negar que se deixou envolver por ele, com suas braçadeiras e botas?...Ah! O gato comeu sua língua? Foi o que pensei. Muito bem, a verdade foi revelada, você não é mais MINHA justiça. É a dele. Recebeu outro em sua cama. Faça bom proveito de seu novo amante. "Snif! Snif! Q-quem é ela? Como se chama".Seu nome é ANARQUIA e ela me ensinou mais como amante do que você supõe. Com ela aprendi que não há sentido na justiça sem LIBERDADE. É honesta, não faz promessa e nem deixa de cumpri-las como você. Eu costumava me indagar porque você nunca me olhou nos olhos.
AGORA eu sei.Por isso adeus cara dama...Nossa separação não me entristece uma vez que não é mais a mulher que amei outrora. Eis um ultimo presente que deixo a teus pés....As chamas da liberdade que adorável. Quanta justeza minha preciosa anarquia... Ó beldade, até hoje te desconhecia.”
A pergunta de hoje é: A justiça é mesmo uma MERETRIZ que se vende a quem pode mais? Dá para acreditar ainda na justiça, mesmo depois de várias demonstrações de sua fragilidade e sua fácil manipulação dos próprios legisladores?
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Saia do NORMAL!!
Welcome Curiosos,
Já de início gostaria de deixar claro que este blog não tem como meta defender nenhum ponto de vista, e sim criar um ambiente para a discussão de assuntos que são polêmicas no dia-a-dia de nossas vidas, não importando sua natureza. Espero que as opniões aqui apresentadas sejam bem fundamentadas e coerentes com o assunto relacionado.
Serão aceitas também as ofensas, desde que sejamos bem claros quanto a isso!! =)
O e-mail para contato é : saiadonormal@yahoo.com.br
Sem mais delongas, aqui vai o primeiro tema do Saia do NORMAL!! :
"A instituição do casamento"
Muito se discute hoje em dia sobre se o casamento continua ou não sendo indispensável na vida de um homem e de uma mulher. E é quase absoluto ouvir de uma grande maioria que o “casamento se tornou uma instituição falida” na contemporaneidade. Por quê? Sem dúvida alguma, o principal motivo que leva a um descrédito quase que total em relação ao matrimônio está nos altos índices de casais que estão procurando a justiça para se divorciarem. Infelizmente, o casamento, nos tempos de hoje, com raríssimas exceções, não suporta os primeiros anos de existência.
Por muito tempo, eu andava falando por ae que ser pai era um sonho. Imaginava a minha casa cheirando a bolo e café, com a minha senhora do lado. Vivendo o que todos chamam de vida “normal”. É engraçado como as coisas mudam, como a cabeça da gente vai armazenando informações e processando idéias que são metamórficas com o tempo.
Hoje, eu posso dizer que repugno essa instituição, a matrimonial. Aliás, pensando assim, até digo mais. Estou fazendo um favor pra seja lá quem eu poderia estar colocando um anel no dedo, poupando uma mulher sã e honesta de passar o resto da vida com minha enfastiada presença.
Acredito que, o amor e essa idéia de “juntos para sempre” é um ato egoísta e vaidoso.
Por outro lado, conversando com uma pessoa muito querida por mim, fui exposto a uma idéia de casamento que não tinha até então escutado falar. Não. Mentira. Já tinha imaginado uma situação parecida, mas não tinha me aprofundado muito no assunto. É o caso das pessoas que necessitam desta instituição como meta, como algo que completa um ciclo na vida carnal. Pessoas que precisam deste companheirismo diário pra que possam se sentir importante. Algo como inflar o ego positivamente. E são felizes assim.
A pergunta que eu deixo é a seguinte: Nos dias atuais, a instituição do casamento está falida?
Comentem.
Por muito tempo, eu andava falando por ae que ser pai era um sonho. Imaginava a minha casa cheirando a bolo e café, com a minha senhora do lado. Vivendo o que todos chamam de vida “normal”. É engraçado como as coisas mudam, como a cabeça da gente vai armazenando informações e processando idéias que são metamórficas com o tempo.
Hoje, eu posso dizer que repugno essa instituição, a matrimonial. Aliás, pensando assim, até digo mais. Estou fazendo um favor pra seja lá quem eu poderia estar colocando um anel no dedo, poupando uma mulher sã e honesta de passar o resto da vida com minha enfastiada presença.
Acredito que, o amor e essa idéia de “juntos para sempre” é um ato egoísta e vaidoso.
Por outro lado, conversando com uma pessoa muito querida por mim, fui exposto a uma idéia de casamento que não tinha até então escutado falar. Não. Mentira. Já tinha imaginado uma situação parecida, mas não tinha me aprofundado muito no assunto. É o caso das pessoas que necessitam desta instituição como meta, como algo que completa um ciclo na vida carnal. Pessoas que precisam deste companheirismo diário pra que possam se sentir importante. Algo como inflar o ego positivamente. E são felizes assim.
A pergunta que eu deixo é a seguinte: Nos dias atuais, a instituição do casamento está falida?
Comentem.
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